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14.08.2012 - NIVALDO PROIBE RODEIO NA DEL REI EXPO
 

          

A maior festa sertaneja  abre suas portas no dia 16 de Agosto na cidade de Barreto. Terminou no domingo o segundo espetáculo de rodeio de Jaguariúna-SP. Em Americana 200 mil pessoas, assistiram o Rodeio e os espetáculos artísticos com show sertanejo. Isso estamos falando de cidades  do primeiro estado brasileiro. Já no terceiro estado do país, o rodeio é cancelado atendendo a uma Lei Municipal de proíbe a apresentação de animais nos circo que apresentarem no município de São João Del Rei.

 A Assessoria de Imprensa do Prefeito Nivaldo Andrade mandou um comunicado para os veículos de comunicação vazados nos seguintes termos:

“Por determinação da Prefeitura Municipal de São João del-Rei, em conformidade com a Lei Nº 4.217 de 30 de junho de 2008 e a pedido da Associação de Proteção aos Animais, em acordo com a Empresa João Wellington, não haverá rodeio na Del-Rei  Expo 2012.”

É bom esclarecer que a Lei proíbe animais selvagens, em cativeiro na apresentação de circo.

“Um circo é comumente uma companhia itinerante que reúne artistas de diferentes especialidades, como malabarismo, palhaço, acrobacia, monociclo, contorcionismo, equilibrismo, ilusionismo, entre outros.

A palavra também descreve o tipo de apresentação feita por esses artistas, normalmente uma série de atos coreografados à músicas. “Um circo é organizado em uma arena - picadeiro circular, com assentos em seu entorno, enquanto circos itinerantes costumam se apresentar sob uma grande tenda ou lona.”

LEI Nº 4.217, de 30 de junho de 2008 

“Dispõe sobre a proibição de utilização, manutenção e apresentação de animais em circos ou espetáculos assemelhados no Município de São João del-Rei e dá outras providências”.

A Câmara Municipal de São João del-Rei aprova e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º - Fica proibida, em toda extensão territorial do Município de São João del-Rei, a utilização, manutenção e apresentação, sob qualquer forma, em espetáculos de cic, de animis selvagens ou domésticos, nativos ou exóticos.

Art. 2º - Executa-se da proibição prevista nesta Lei, a presença de animais domésticos de estimação, desde que permaneçam em companhia de seus donos e não sejam utilizados, sob qualquer forma, nem mesmo para simples exibição ao público.

Parágrafo Único – A permissão de que trata o caput deste artigo, não exime os donos de animais de eventuais ações decorrentes do descumprimento de outras normas legais, inclusive de caráter penal.

Art. 3º - A inobservância ao disposto nesta Lei, sujeitará aos infratores a aplicação cumulativa nas seguintes sanções:

 I – Cancelamento da licença de funcionamento se houver, e imediata interdição do local onde e realizam os espetáculos;

 II – Multa de R$3.000,00 (três ml reais);

 III – Havendo descumprimento da interdição será cobrada, a partir da data a mesma, multa de R$1.000 (hum mil reais) por dia de funcionamento irregular do espetáculo.

Parágrafo único – Os valores das multas previstas na presente Lei serão reajustados anualmente pela variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA, apurado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísitca – IBGE, acumulada no exercício anterior, sendo que, no caso de extinção deste índice, será adotado outro criado por legislação federal e eu reflita a perda do poder aquisitivo da moeda.

Art. 4º - O poder  Executivo Municipal regulamentará esta Lei, através de Decreto, no prazo de 90 (noventa) dias.

 Art.5º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Prefeitura Municipal de São João del-Rei, 30 de junho e 2008

 Sydney Antônio de Souza – Prefeito Municipal

 Maria Sonia de Castro – Sec. Municipal de Administração

Prefeitura Municipal de São João del-Rei, 30 de junho e 2008

 Sydney Antônio de Souza – Prefeito Municipal

 Maria Sonia de Castro – Sec. Municipal de Administração

Proibir o Rodeio na Del Rei Expo é o mesmo que proibir às escolas de Samba a apresentação da Comissão de Frente, fazer churrasco sem carvão, ou caipirinha sem limão.

O Prefeito Nivaldo Andrade, para agradar os protetores de animais, desagrada os amantes do maior esporte com publico do Brasil. O Rodeio.

VERDADES E MENTIRAS SOBRE O RODEIO

Alguns mitos ainda prevalecem na cultura brasileira quanto ao tratamento concedido aos animais que participam das provas de rodeio. Muitas vezes, por desinformação, este esporte gera equívocos que acabam denegrindo sua imagem. Confira abaixo o que realmente acontece no rodeio de Barretos.

O Sedém machuca os animais?

Não. Há mais de 15 anos este equipamento foi pesquisado por um grupo de profissionais ligados à FUNEP/UNESP - campus Jaboticabal. O resultado, publicado na revista de Educação Continuada, do Conselho de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo, demonstrou que o sedém não provoca dor ou maus tratos. O estudo foi ainda corroborado pelos resultados obtidos pelo professor Dr. Henrry Birguel Jr., da USP.

O Sedém fere o couro e aperta os testículos dos animais?

Não. Em cavalos, o Sedém deve ser de lã ou neoprene revestido, já o utilizado em touro é de algodão com uma consistência macia. As regras do rodeio de Barretos não permitem quaisquer objetos não descritos em lei. O Sedém nunca é apertado o suficiente para causar lesão ou dor. Colocado ao redor da área abdominal, ele é um "sinal" para o animal que "é hora de pular" e não toca os genitais. Inclusive, muitos dos animais com melhor performance são éguas.

Os animais de rodeio são tratados cruelmente?

Não. Estes animais são tratados como verdadeiros atletas, com dieta balanceada, treinamento para fortalecimento dos músculos e acompanhamento veterinário constante. Para o proprietário é importante que este animal esteja bem de saúde, caso contrário ele não participa das competições. Além disso, animais competidores são aposentados por hábito de seus proprietários. Exemplo disso é o cavalo Panther, da Cia. Vale da Piedade, que após participar do Desafio de Bem em prol do Hospital de Câncer de Barretos em 2011, se aposentou aos 20 anos de idade.

A incidência de lesões nos animais de rodeio é excepcionalmente alta?

Pelo contrário. A taxa de lesões em animais no rodeio é extremamente baixa, menos de cinco centésimos de um por cento. Os resultados são baseados em uma pesquisa recente da PRCA - maior associação de rodeio do mundo - envolvendo 75.472 participações de animais, 194 apresentações de rodeio e 78 slacks (qualifying). No rodeio de Barretos, nos últimos 25 anos, o índice é de 0,0004%, em mais de setenta mil provas realizadas.

É importante lembrar que, na natureza e nas fazendas, devido a causas como infecção de umbigo, diarreia, babesiose, acidentes, entre outras, a taxa de mortalidade de bezerros é de 10%, de acordo com a EMBRAPA. Somam-se a esse percentual tantos outros que, já na fase adulta, morrem em decorrência de acidentes ofídicos, aftosa, tuberculose, carbúnculo, etc, aumentando significativamente este percentual.

As esporas machucam os animais?

Não. A pele desses animais é de cinco a sete vezes mais espessa do que a pele humana. Outra questão é a de que em Barretos, as esporas permitidas seguem as especificações da Lei Federal, cujas pontas são arredondadas. Os competidores que violam essa regra recebem multa, suspensão e/ou desqualificação. Para eliminar qualquer chance de violação da regra por algum competidor a FUNEP/UNESP - campus Jaboticabal - está desenvolvendo uma espora de borracha a pedido de Os Independentes, entidade organizadora da Festa do Peão de Barretos.

Os animais do rodeio de Barretos são forçados a pular através do uso de choque elétrico?

Isso seria impossível já que é sabido cientificamente que o choque elétrico provoca rigidez muscular paralisando, portanto, a musculatura do animal, dificultando sua movimentação impedindo seu impulso para o salto. O leigo, na verdade, confunde o choque elétrico com o estímulo fisio-elétrico. O choque elétrico é constituído por voltagem somada a amperagem formando assim corrente contínua enquanto o estímulo fisio-elétrico contém apenas amperagem não formando corrente contínua. Na prática, podemos correlacionar esse condutor elétrico com o chamado “tens” utilizado em fisioterapia humana e que está sendo objeto de estudo por Os Independentes. Devido à excelente estrutura dos currais e bretes da arena de rodeio e pastagens do Parque do Peão (2 milhões de metros quadrados), os animais normalmente são conduzidos com tranquilidade para as provas.

Existe fiscalização no rodeio de Barretos?

Verdade. Barretos conta com cinco veterinários que atuam no Parque do Peão durante o evento. Além disso, estes profissionais são acompanhados por dezenas de estagiários provenientes de cursos de Medicina Veterinária de todo país. O evento também é inspecionado pela Secretaria da Agricultura e Controle de Zoonose. Durante as provas, os fiscais de brete atuam para garantir a regularidade no uso de equipamentos do competidor e dos animais.

O rodeio de Barretos esconde as ações de maus tratos?

Mentira. Como prova da transparência no trato com os animais no evento de Barretos, anualmente, Os Independentes convida diversas Associações Protetoras de Animais, via cartório de registros e através da imprensa, para acompanhamento de todo o manejo das provas realizadas.

Diversos especialistas já acompanharam os procedimentos realizados em Barretos e nos laudos documentados oficialmente, e endereçados ao Ministério Público e Poder Judiciário consta o que segue abaixo:

Laudo Pericial – Dr. Paulo Gustavo Borges Campos – Médico Veterinário – Proc. 2576/2006 – 2ª Vara Cível de Barretos, página 587

"Analisando os fatos presenciados na festa do peão junto com minha vivência de campo, utilizando-me da avaliação visual acredito que o sedém não provoca dor.".

Laudo Pericial - Prof. Dr. Stélio Pacca Loureiro Luna - médico Veterinário e professor da Unesp/Botucatu – Proc. 2576/2006 – 2ª Vara Cível de Barretos, página 580

Conteúdo descrito pelos peritos presentes Dr. Paulo Gustavo Borges Campos e Prof. Dr. Stélio P.L.Luna: "na presença APENAS do sedém o animal não salta".

Palavras do Prof. Dr. Eduardo Harry Birguel Jr., da Faculdade de Medicina Veterinária da USP – Professor de Clinica de Grandes Animais. Processo 943/97-Americana

"Contra a hipótese de dor pesa o fato dos bovinos não terem demonstrado dor com a aplicação do sedém e dos equinos terem pulado e corcoveado em condições nas quais posso assegurar que a dor não existia (uso do sedém de espuma).".

Palavras do Prof. Bernard Rollin Ph.D da Colorado University-USA e do Prof. Ed Pajor Ph.D da Calgary University-Canadá, especialistas em Bem Estar Animal, em comunicação pessoal por ocasião de solicitação de esclarecimentos por parte do Sr. Consul Paul Brunet e da Srª Ministra do Exterior do Canadá Srª Diane Ablonczy:|

Fonte:http://www.independentes.com.br

Rodeio é uma prática recreativa que consiste em permanecer por até oito segundos sobre um animal, usualmente um cavalo ou boi. A avaliação é feita por dois árbitros cuja nota é de 0 a 50 cada; um árbitro avalia o competidor e o outro avalia o animal, totalizando a pontuação de 0 a 100. O rodeio divide-se em algumas modalidades, tais como "touro, cutiano, bareback, bulldoging, três tambores, sela americana, laço de bezerro e laço em dupla". A prática é bastante comum no Brasil, nos Estados Unidos, no México, no Canadá, na Austrália e em mais alguns países da América Latina. O rodeio também é alvo de críticas, sustentando que a prática desrespeita os direitos animais.

Rodeio em Calgary, Canadá.

Estima-se que os rodeios sejam seguidos por um público de cerca de trinta milhões de aficionados, que acompanham os inúmeros festivais realizados. No Brasil, existem as festas de peão de boiadeiro, de decendência country norte-americana, onde a maior festa de rodeio no Brasil, a Festa do Peão de Barretos, chega a reunir mais de 300 mil pessoas e movimentos milhões de reais em diversos setores. Na edição de 2007, segundo organizadores do evento, a cantora brasileira Ivete Sangalo chegou a pedir 600 mil reais apenas de cachê, fora despesas extras. Mesmo com as inúmeras críticas que o evento recebe, diversos artistas patrocinam e se apresentam todos os anos não apenas em Barretos, mas também nas diversas festas que ocorrem em outras cidades do interior do Brasil, principalmente nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Sul do país. Nesta última existem os famosos rodeios crioulos, que segundo o texto do Parágrafo Único do Art. 1º da Lei Nr. 11.719, de 07.01.2002 se entende por: Rodeio Crioulo é o evento que envolve animais nas atividades de montaria, provas de laço, gineteadas, pealo, chasque, cura de terneiro, provas de rédeas e outras provas típicas da tradição gaúcha nas quais são avaliadas as habilidades do homem e o desempenho do animal. Nesta categoria, o maior evento da América Latina é o Rodeio Crioulo Internacional de Vacaria realizado em anos pares e por onde passam média de 200.000 pessoas por edição. Veja também Rodeio de Vacaria

No Brasil o rodeio está regulamentado pelas leis nº 10.220/2001 que institui normas gerais relativas à atividade de peão de rodeio, equiparando-o atleta profissional e a lei nº 10.359/1999 que dispõe sobre normas a serem observadas na promoção e fiscalização da defesa sanitário animal quando da realização de tais eventos.

Críticas

Esse tipo de festival é muito criticado pelos ativistas dos direitos animais, uma vez que para fazer o animal pular, é utilizado instrumentos que causam dor e estresse ao animal. Até mesmo a prova do laço foi proibida em 2006, atendendo à liminar da Ação Civil Pública movida pelos  promotor José Ademir Campos Borges e Fernando Célio de Brito Nogueira contra o clube Os Independentes e a Associação Nacional do Laço ao Bezerro. Ainda que os defensores do rodeio aleguem que é um fenômeno cultural presente não só no Brasil, mas também em países como Estados Unidos, no México, no Canadá e Austrália, tal argumento não se sustenta na medida em que os rodeios continuam em desacordo com o Artigo 10º da Declaração Universal dos Direitos Animais, da UNESCO. O artigo em questão impede que animais sejam explorados para divertimento dos seres humanos, pois tais exibições e espetáculos que utilizem animais são incompatíveis com a dignidade do animal. Além disso, a afirmação de que algo faz parte da cultura local não tem peso legal. Nesse sentido, até mesmo a caça à raposa, praticada há séculos na Inglaterra, foi proibida há alguns anos.

 Proibição

Tramita, no legislativo do Brasil, um projeto de lei, de número 2086/2011, que proíbe a perseguição de animais em provas de rodeios. Diversas cidades brasileiras, contudo, já têm proibido a prática geral dos rodeios, dentre elas:

Águas de São Pedro SP,  Américo Brasiliense SP,  Andradas MG,  Araraquara  SP, Arealva SP, Barra Bonita SP, Bauru SP, Boa Esperança do Sul SP, Cabreúva SP, Campinas SP, Cravinhos SP, Descalvado, Florianópolis SC, Guarujá SP, Guarulhos SP, Itupeva SP, João Pessoa PB, Jundiaí SP, Marília SP, Mogi das Cruzes SP, Nova Friburgo RJ, Osasco SP, Ribeirão Bonito SP, Ribeirão Preto SP,Rincão SP, Rio de Janeiro RJ, Santa Lúcia SP, São Bernardo do Campo RJ, São Caetano do Sul SP, São João da Boa Vista SP, São José SC, São José dos Campos SP, São Paulo  SP, Sorocaba SP e Taubaté SP.



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