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29.07.2014 - FICOU NA MEMORIA
 
Esse é o resultado final e esperado de uma cidade sem lei, sem ordem e sem pulso que se tornou São João del nas últimas décadas e que não melhorou na gestão atual da Prefeitura. Chegamos assim a duas questões: ou o Conselho de Patrimônio Municipal (Titular do tombamento), associado ao IPHAN (responsável pela tutela da área de entorno) ao Ministério Público (responsável pela defesa criminal contra atos feitos ao Patrimônio Cultural) e à Prefeitura (que deveria ser a responsável pelo alvará da demolição, pelo monitoramento do processo e será responsável por qualquer construção ali feita com aprovação do Conselho do Patrimônio e IPHAN) fazem valer sua autoridade, e além de multarem os culpados por essa ação, obrigam a reconstrução dos imóveis, ou tanto o Tombamento municipal como seu Conselho estarão desmoralizados para sempre e mais de uma centena de imóveis atualmente sob tutela do tombamento do conjunto urbano irá sofrer esse mesmo fim. Lamentável em todos os sentidos, como ainda exista nos tempos de hoje esse tipo de coronelismo e truculência que não reconhece nada e nem teme mais a Lei. Com a palavra, as autoridades constituídas de São João del -Rei. A mim coube sempre o papel de alertar que isso poderia acontecer. Lamento por mais essa página perdida da história de São João del Rei.
E de José Antônio Ávila:
Desde o ano de 2007 que vínhamos alertando sobre a necessidade de providências a respeito da preservação histórica, cultural, arquitetônica, ecológica e ambiental de uma área nobre no Morro da Forca, em São João del-Rei - MG. 
A justificativa para a preocupação para com aquela área residia em rumores de que ela seria vítima de especulação imobiliária e poderia ser descaracterizada e devastada. 
Os esforços iniciais para chamar a atenção para aquele patrimônio podem ser visualizados no expediente que se segue: http://www.patriamineira.com.br/ver_pdf.php?id_noticia=686&id=3
Os clamores para a preservação ou exploração racional daquela área foram reiterados e registrados em atas várias vezes, dirigidos às diversas presidências do Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Cultural de São João del-Rei, sendo que o último apelo foi recentemente formalizado, protocolizado e recebido em 31 de maio de 2014, ocasião em que começaram a demolir parte do muro de adobes e devastaram a maior parte da vegetação natural daquela floresta urbana. Solicitamos providências urgentes para evitar que mal maior pudesse ocorrer...
Eis que hoje, sábado, 26 de julho de 2014, fomos surpreendidos por uma generalizada derrubada do muro, devastação da vegetação remanescente e demolição dos imóveis que se situavam naquela área, como pode ser visualizado nas fotos que se seguem.
Resta-nos lamentar por uma tragédia que aconteceu, mas que já estava anunciada, e, ao que parece, salvo prova contrária, as instâncias competentes se omitiram nas suas responsabilidades e não tomaram as devidas precauções legais que estavam ao alcance para que as coisas acontecessem da forma que aconteceram.
 
André Dangelo e José Antonio Avila
 


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